Eu, passageiro meu
Vi em seus olhos o doce amargo gosto das lagrimas
Vi no breu a luz que me cegava
E no amor a dor que me deixava.
Eu que sempre voltei e fui fiel como um cão
Do seu sorriso, guardião
De sua graça, felicidade, eu era a casa.
Eu deixei passar sem perceber
No peito meu já não bate mais
O que antes insistia em bater
Então vai, se precisa ir
Nossas verdades, nos, inventamos
Se já não te sirvo, alguém eu visto.
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